À mordida, o ataque

Entrementes, alguns outros antes grupelhos, e que hoje são um bando de baderneiros eleitos que, sem o mínimo de decência e/ou escrúpulo, fazem da vida alheia suas medalhas de quem fez do nada sua vida, além de mandar. Pra qualquer lugar. Nunca na minha vida poderia ter uma visão tão decepcionante de um nada futuro com visões de passado beirando minha janela.

Onde existiam formas, hoje apareceram riscos. E aí o mundo muda quando um presidente decide jogar uma bomba no seu melhor vizinho, que não tem saída a não ser correr atrás do seu rabo. Foi tudo premeditado por esse grupinho de baderneiros que nunca entenderão o foco da lei. Ou o fogo da lei. Ou só a lei. Muito menos um Odorico Paraguaçu bradando pela inauguração do cemitério de Sucupira, o que nunca aconteceu. Nasceu do nada e o nada o engoliu.

Odorico Paraguaçu moderno deve entender qual é o meu ponto: “Apenasmente vi uma teia de intrigas pelo meu reino, pondo de lado os entretantos e indo direto aos finalmentes, deixemos o pratrasmente e vamos ao prafrentemente, que isto deve ser obra da esquerda comunista, marronzista e badernenta.” Escorreu aqui uma lágrima. De saudades, de revolta, de pena. Ou de um sorriso sacanamente maroto, ao saber o quê, o como e quando isso vai terminar. Resta descobrir pra quem. Nos finalmentes, cito esse senhor Odorico, que poucos se lembram e quase ninguém tem a noção de seu poder, quando digo que esta obra entrará para os anais e menstruais de Sucupira e do país.

Que sirva a carapuça.